De grande craque dentro de campo a gênio do marketing, à la Ronaldo Fenômeno, e uma das marcas mais importantes do futebol na atualidade, indica sua aposentadoria, representando um patrimônio bilionário.
Como fã de Cristiano Ronaldo, ainda tinha a esperança de vê-lo conquistar uma Copa do Mundo pela Seleção de Portugal, o único título de grande expressão que faltava, na minha opinião, para o atleta e que seria exposto no CR7 Museu, na Ilha da Madeira, em Portugal, local onde ficam a maioria dos troféus conquistados pelo jogador ao longo de sua carreira no futebol. Contudo, esse sonho foi impedido pela Seleção da Espanha, no dia seis de julho deste ano, aos 46 minutos do segundo tempo, por um gol do meio-campista Mikel Merino: derrota por 1 a 0 para a Seleção Espanhola e fim do sonho de Cristiano Ronaldo de ganhar uma Copa com a camisa de Portugal.
Aos 41 anos, no dia 16 de agosto deste ano, de acordo com uma declaração à revista “Vogue”, após abordar seu casamento com Georgina Rodríguez, com quem está junto há 10 anos (GSHOW, 14/08/2026), Cristiano anunciou: “Este provavelmente é meu último ano no futebol, e quero deixar um legado espetacular.” (GE, 16/08/2026). Porém, apesar de iniciar este artigo enaltecendo o quanto sou fã do jogador Cristiano Ronaldo, a intenção aqui não é abordar o atleta, mas, sim, a marca CR7 e o valor de mercado pelo qual ela é avaliada atualmente.
É claro que não conseguirei me aprofundar totalmente no assunto; trata-se apenas de uma avaliação prévia. Um exemplo do que estou querendo dizer é que, para avaliar a marca Neymar Jr., tive que escrever uma dissertação, que em breve estará disponível na biblioteca da UERJ para a apreciação de todos. Mas, retomando o assunto principal deste artigo, iremos fazer uma análise baseada em reportagens jornalísticas que nos auxiliem a construir uma linha do tempo sobre a marca CR7 e utilizar o exemplo de Ronaldo Fenômeno para entender também a evolução e como Cristiano Ronaldo consolidou sua marca até o momento, o quanto ela vale financeiramente na atualidade e se é possível mensurá-la.
Contudo, antes de falar da marca CR7, vale dizer que ele, é claro, não é um precursor a usar seu nome e sucesso no futebol como objetos para lucrar financeiramente. Além de Neymar, como foi dito acima, temos um grande exemplo brasileiro, anterior a esses dois atletas, que deve ser lembrado: Ronaldo Fenômeno.
Muito antes do CR7, tivemos o R9, nosso atacante brasileiro Ronaldo Nazário de Lima, mais conhecido como, conforme afirmei acima, Ronaldo Fenômeno. O ex-atleta, quando se aposentou, em 2011, já era um empresário, assim como CR7 e Neymar são hoje, ainda como jogadores. Só que Ronaldo iniciou com ideais empresariais no século passado, ainda na década de 1990, quando fundou a sua primeira empresa, a boate R9, mas o negócio não foi para frente. Em 2002, ano em que conquistou a Copa como titular pela Seleção, abriu o centro de fisioterapia R9, após se recuperar de uma ruptura no joelho, mantendo-se ativo na cidade do Rio até os dias de hoje. (TERRA, 2021 apud GASPARINI, 2025).
Antes mesmo de se aposentar, quando ainda atuava pelo Corinthians, Ronaldo já demonstrava interesse pelo mundo dos negócios. O ex-atacante investiu na agência de marketing 9ine, voltada à gestão da carreira de atletas e artistas, e passou a participar da negociação de contratos de patrocínio. Naquele período, também percebeu o potencial comercial das redes sociais ao se tornar um dos primeiros nomes do futebol a estabelecer uma parceria com uma empresa privada, a Claro, para sua conta no Twitter (TERRA, 2021 apud GASPARINI, 2025).
Embora a 9ine não tenha tido continuidade, a experiência evidenciou uma característica que acompanharia Ronaldo em seus investimentos seguintes: a capacidade de transformar a imagem e a popularidade construídas no futebol em ativos para novos negócios. Nem todas as iniciativas, entretanto, foram bem-sucedidas. Em 2014, o ex-jogador adquiriu o controle do Fort Lauderdale Strikers, nos Estados Unidos, clube que posteriormente enfrentou dificuldades financeiras e encerrou suas atividades.
As experiências contribuíram para a diversificação de seus investimentos. Em 2021, Ronaldo fundou a Oddz Network, em sociedade com Eduardo Baraldi, Otávio Pereira e Gabriel Lima. A holding reúne negócios relacionados a esporte, tecnologia e entretenimento, com atuação em áreas como dados, e-sports, gestão, experiências esportivas e produção audiovisual. Entre seus negócios também está a Octagon, voltada ao marketing esportivo e entretenimento.
O portfólio empresarial do Fenômeno se expandiu para diferentes segmentos. A Ronaldo Academy tornou-se uma franquia de escolas de futebol com unidades no Brasil e no exterior; o Futebol Experience aposta em experiências digitais ligadas ao esporte; e, em 2024, Ronaldo criou, em parceria com a então Galápagos Capital, a R9 Gestão Patrimonial e Financeira, direcionada à orientação financeira de atletas. A empresa posteriormente passou a se chamar Galáticos Capital. Paralelamente aos negócios, o ex-jogador também desenvolveu atuação social por meio da Fundação Fenômenos, organização alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente no combate à pobreza e às desigualdades.
A aquisição de clubes tornou-se outra importante frente de investimentos. Por meio da Tara Sports, Ronaldo assumiu o controle do Real Valladolid, da Espanha. No Brasil, adquiriu, em dezembro de 2021, 90% da SAF do Cruzeiro, clube que o revelou para o futebol, em uma operação de R$ 400 milhões (GE, 2021 apud GASPARINI, 2025). Em abril de 2024, vendeu sua participação ao empresário Pedro Lourenço, o Pedrinho BH, em uma negociação avaliada em R$ 600 milhões. Segundo a ESPN, parte desse montante estava vinculada a investimentos no centro de treinamento e o restante foi estruturado entre pagamentos à vista e de longo prazo.
Além dos empreendimentos próprios, Ronaldo mantém o valor comercial de sua imagem décadas depois do início da carreira. Um dos principais exemplos é sua histórica relação com a Nike, iniciada ainda na década de 1990 e mantida após sua aposentadoria.
Assim, a trajetória de Ronaldo fora dos gramados revela mais do que uma simples transição de ex-jogador para empresário. Ao longo dos anos, ele acumulou experiências bem e mal sucedidas, diversificou investimentos e passou a atuar em áreas como gestão esportiva, marketing, tecnologia, entretenimento, formação de atletas e mercado financeiro. Sua principal vantagem competitiva, entretanto, permaneceu ligada ao patrimônio construído durante a carreira: a marca Ronaldo.
Ícone de clubes como Cruzeiro, PSV, Barcelona, Internazionale, Real Madrid, Milan e Corinthians, além da Seleção Brasileira, Ronaldo soube converter a projeção internacional conquistada como jogador em capital para seus empreendimentos. O apelido “Fenômeno”, recebido ainda durante sua trajetória dentro de campo, ganhou, assim, uma nova dimensão: Ronaldo construiu uma marca capaz de permanecer relevante no esporte e, ao mesmo tempo, sustentar sua atuação como empresário no Brasil e no exterior. (GASPARINI, 2025).
R9 é uma grande referência para se entender a criação da marca Neymar Jr., por exemplo, como afirmo em minha dissertação (2025). No caso de Cristiano Ronaldo e da marca CR7, não há uma evidência real da inspiração ou referência em relação à história e à carreira de Ronaldo Fenômeno, tanto como atleta quanto como empresário. No entanto, são notáveis as semelhanças das trajetórias de ambos.
Um exemplo dessa analogia é o contrato vitalício com a Nike. Ronaldo Fenômeno tem um contrato permanente com a marca desde 1994 (TUPI, 14/08/2024). Cristiano Ronaldo tem essa mesma parceria desde 2016, ano em que foi consagrado pela quarta vez como melhor do mundo (GE, 08/11/2026). Os dois atletas são comparados nada mais, nada menos, a Michael Jordan, um dos maiores atletas dos Estados Unidos no basquete, que foi o primeiro a ter esse mesmo tipo de contratação com a Nike.
Além da semelhança pelo contrato vitalício com a Nike, há também as empresas. Ronaldo, antes mesmo de se aposentar, já tinha investimentos em algumas empresas e agências. Cristiano já foi além e criou um patrimônio ainda maior. Vale a observação de que são momentos diferentes, em que vivemos em um mundo globalizado distinto, em que o fluxo de dinheiro gira muito mais rápido, há um avanço das redes sociais e isso influencia muito na comunicação, no marketing, no avanço das marcas. Enfim, é uma época totalmente distinta, em que Ronaldo Fenômeno, inclusive, se adaptou e é empresário até hoje.
Contudo, agora, aprofundando-me na marca CR7, abordo, a partir deste momento, um patrimônio bilionário construído por Cristiano. Recentemente, a revista Forbes afirmou que o atleta, no início de 2026, alcançou o valor de US$ 2 bilhões (R$ 10,35 bilhões) de receita bruta ao longo da trajetória como jogador de futebol, sem descontar impostos e outras demais taxas. Para o atual atacante do Al-Nassr, da Arábia Saudita, esse é o valor, em renda líquida, de US$ 1,2 bilhão (R$ 6,21 bilhões), o que o torna o primeiro, mas não único, jogador de futebol a atingir o patamar de bilionário (R7, 19/06/2026).
Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo continua ampliando sua trajetória de sucesso para além dos campos de futebol. O jogador se destaca também como um investidor ativo, com participação em negócios de diferentes setores, que vão desde redes de hotéis e academias até grupos de mídia, como a LiveMode, controladora da CazéTV. As informações sobre os investimentos apresentados a seguir foram reunidas pelo R7 em levantamento publicado em 21 de agosto de 2026. A plataforma ganhou ainda mais projeção durante a Copa do Mundo de 2026, quando se tornou a única plataforma digital a disponibilizar gratuitamente os 104 jogos do torneio, enquanto as emissoras de televisão aberta Globo e SBT dividiram parte das transmissões. O desempenho contribuiu para que o canal no YouTube alcançasse as 28 maiores transmissões ao vivo da história da plataforma (LANCE, 21/07/2026). Os interesses de CR7 alcançam ainda o mercado de tecnologia, com investimentos em startups voltadas à inteligência artificial, games, saúde e bem-estar (R7, 21/08/2026).
Até o momento, grande parte de seus investimentos está concentrada em Portugal, seu país natal, especialmente em negócios de menor porte. Entre eles está a aquisição do Lisboa Racket Centre, realizada em 2024. De acordo com a Bloomberg, parte dos investimentos nacionais do jogador é administrada pela LMcapital Wealth Management, empresa de Lisboa especializada na gestão de patrimônio (R7, 21/08/2026).
A aproximação de Cristiano Ronaldo com o setor de tecnologia começou em 2012, quando o jogador investiu no aplicativo português Mobitto. A plataforma funcionava como uma espécie de programa de fidelidade, oferecendo recompensas aos usuários por recomendações de estabelecimentos e marcas. Embora o valor da negociação não tenha sido divulgado, estimativas indicam que Cristiano possuía 15% do capital da empresa em parceria com a Polaris, além de atuar como embaixador da marca. A Mobitto encerrou suas atividades em 2014, apenas dois anos após o investimento, mas a experiência marcou o início de seu interesse pelo mercado tecnológico (R7, 21/08/2026).
Em 2022, o jogador participou como investidor-anjo (é uma pessoa física que aplica capital próprio em startups em estágio inicial com alto potencial de crescimento, em troca de participação societária minoritária) de uma rodada Série A de US$ 20 milhões da Draftea, plataforma mexicana de Daily Fantasy Sports (DFS), liderada pelo Stepstone Group. A rodada também contou com a participação de nomes conhecidos do esporte, como Travis Kelce, da NFL, Kevin Durant, da NBA, e Iker Casillas, ex-jogador do Real Madrid. Os DFS são uma modalidade digital dos chamados esportes de fantasia, na qual os participantes montam equipes virtuais com jogadores profissionais e competem entre si de acordo com o desempenho desses atletas nas competições reais (R7, 21/08/2026).
Ainda em 2022, o atleta direcionou parte de seus investimentos para o mercado de NFTs (non-fungible tokens), ao aportar recursos na FanCraze, plataforma especializada na negociação de colecionáveis digitais oficialmente licenciados. Naquele período, a empresa captou aproximadamente US$ 100 milhões em novos investimentos, segundo a Bloomberg. Paralelamente, Cristiano lançou sua primeira coleção de NFTs em parceria com a Binance. A iniciativa reuniu sete estátuas digitais animadas, distribuídas em quatro níveis de raridade: Super Super Raro (SSR), Super Raro (SR), Raro (R) e Normal (N). As peças representavam diferentes fases da vida do jogador, desde a infância até momentos marcantes de sua carreira. Os lances iniciais chegaram a aproximadamente US$ 10 mil para os itens de maior raridade e US$ 1.700 para aqueles classificados em níveis intermediários (R7, 21/08/2026).
A relação com o mercado de NFTs, entretanto, também trouxe consequências negativas para o jogador. Em novembro de 2023, investidores ingressaram com uma ação coletiva de US$ 1 bilhão contra CR7, sob a alegação de que ele teria promovido títulos não registrados em conjunto com a Binance. Apesar da controvérsia, a parceria entre o jogador e a empresa continuou, com novos lançamentos de NFTs posteriormente (R7, 21/08/2026).
Em dezembro de 2023, o jogador passou a integrar o grupo de investidores do UFL, jogo de futebol desenvolvido pela Strikerz Inc. como uma alternativa gratuita ao EA Sports FC. O projeto recebeu mais de US$ 40 milhões em investimentos de um grupo do qual o jogador fazia parte. Anunciado durante a Gamescom de 2021, o game tem como proposta permitir que os usuários criem seus próprios clubes e montem equipes com mais de 5 mil jogadores profissionais licenciados. O projeto também conta com outros atletas como embaixadores, entre eles Federico Valverde, camisa oito da seleção uruguaia, e Raphinha, camisa 11 da seleção brasileira. No final de 2025, o UFL foi lançado em acesso antecipado para PC, enquanto uma versão para dispositivos Android era esperada para 2026 (R7, 21/08/2026).
Outro investimento relacionado à tecnologia e ao mercado de saúde ocorreu em outubro de 2024, quando Cristiano passou a investir na Bioniq. A empresa utiliza algoritmos de inteligência artificial e dados obtidos a partir de biomarcadores sanguíneos para desenvolver fórmulas personalizadas de suplementação. A Bioniq mantém parcerias com instituições dos segmentos de saúde e esporte, como Lanserhof e UFC. Segundo informações divulgadas sobre o negócio, o atleta também participa das discussões relacionadas ao direcionamento da marca, associando conceitos como longevidade e alta performance aos planos de expansão internacional da empresa. O investimento contribuiu para elevar a avaliação da Bioniq para US$ 82 milhões (R7, 21/08/2026).
No final de 2025, o jogador ampliou ainda mais sua presença no setor de inteligência artificial ao adquirir uma participação na Perplexity AI, investimento considerado o de maior destaque em seu portfólio até então. Criada em 2022, a empresa alcançou uma avaliação de US$ 20 bilhões em uma rodada de financiamento e vem expandindo sua atuação, inclusive no desenvolvimento de ferramentas voltadas ao mercado corporativo. Embora os valores e os detalhes da participação de CR7 não tenham sido divulgados, a startup já conta com investidores de grande relevância, entre eles Jeff Bezos e a Nvidia (R7, 21/08/2026).
Além do investimento financeiro, a relação entre CR7 e a Perplexity AI envolve também uma estratégia comercial. A empresa estabeleceu um acordo global de patrocínio com o jogador e criou um hub interativo dedicado aos seus fãs dentro de seu mecanismo de busca. A ferramenta reúne fotos exclusivas e informações sobre a carreira do atleta. Para a Perplexity, a associação com uma personalidade de alcance internacional como Cristiano Ronaldo representa uma possibilidade de ampliar sua presença fora dos Estados Unidos e transformar parte da audiência do jogador em usuários da plataforma, especialmente diante da disputa da empresa no mercado de inteligência artificial com gigantes como o Google (R7, 21/08/2026).
Em fevereiro de 2026, Cristiano Ronaldo realizou um novo investimento, desta vez de US$ 7,5 milhões na Herbalife. O aporte corresponde à aquisição de uma participação de 10% na HBL Pro2col Software LLC, subsidiária da companhia voltada a uma plataforma de tecnologia em saúde que utiliza dados dos usuários para desenvolver planos personalizados de alimentação e bem-estar. O jogador já mantém uma relação comercial com a Herbalife desde 2013, como parceiro remunerado, mas esse foi o primeiro investimento divulgado diretamente na empresa (R7, 21/08/2026).
Após o anúncio do aporte, as ações da Herbalife registraram alta superior a 15%, depois de um período de desempenho considerado fraco nos cinco anos anteriores. A companhia também anunciou planos de ampliar o acesso à plataforma para mercados da Europa, África e Oriente Médio ao longo de 2026. No mesmo contexto, em março, a Herbalife anunciou a aquisição de ativos da Bioniq por US$ 55 milhões, empresa que também integra o portfólio de investimentos de Cristiano. A operação tem como objetivo reunir as plataformas em uma única estrutura e prevê ainda até US$ 95 milhões em pagamentos contingentes, condicionados ao desempenho futuro do negócio (R7, 21/08/2026).
E assim, Cristiano Ronaldo construiu o patrimônio bilionário que tem até o momento. Além disso, ao que tudo indica, pelo que o atleta tem afirmado, esta é a última temporada em que a marca CR7 e o jogador de futebol atuaram juntos, e ambos se beneficiaram da influência direta um do outro, já que a aposentadoria de Cristiano está bem próxima, com um adendo à parte, para minha particular tristeza.
Com notáveis investimentos em diversificados setores da economia mundial, não necessariamente ligados ao esporte, ramo em que atua profissionalmente, Cristiano vai se aposentar já sendo o grande investidor que comprovou ser ao longo dos últimos anos, podendo ser um empresário em ramos ainda a serem explorados, como ter uma agência que lança novos atletas para o mundo do futebol, por exemplo, como faz Ronaldo Fenômeno, ou até mesmo adquirir equipes do mesmo esporte em que atua.
Por falar nesse assunto, no último dia 15, de acordo com o jornal “A Bola”, CR7 é um dos integrantes de um consórcio que negocia a compra da equipe saudita Al-Nassr, em que atua atualmente. Neste momento, o clube pertence ao Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF), que detém 75% da equipe. Gerry Cardinale, dono do Milan, também faz parte do grupo, que é composto por mais três membros, que tenta assumir o comando do clube. Cristiano Ronaldo já teria 5% das ações do Al-Nassr, segundo a imprensa, e poderia aumentar sua participação em uma eventual mudança. Além dessa possível empreitada, em fevereiro deste ano, Cristiano comprou 25% do Almería, equipe da segunda divisão da Espanha, e passou a integrar o quadro societário do clube (GE, 15/09/2026).
Com 979 gols na carreira e a 21 do milésimo, Cristiano Ronaldo está muito perto de terminar sua carreira como jogador de futebol. Um dos grandes craques de bola que esse mundo já viu jogar e, com certeza, um nome que os portugueses nunca vão esquecer. Contudo, o empresário não vai sair de campo, muito pelo contrário. Pelo que vimos até aqui, nesse artigo, só tem a evoluir e ver os bilhões se multiplicarem e se tornarem, talvez, trilhões. É uma potência que vimos por muitos anos dentro das quatro linhas e que vamos ver por muito tempo ainda dentro do mercado financeiro global, em setores diversificados e, é claro, do futebol. O Cristiano Ronaldo jogador de futebol vai deixar muitas saudades, mas a marca CR7 nunca esteve tão presente e, na minha opinião, continua em constante crescimento. E, para finalizar… SIUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!
Links:
https://www.ipam.pt/en/news/marca-cristiano-ronaldo-alcanca-recorde-de-850-milhoes-revela-ipam
https://www.lance.com.br/copa-do-mundo/historico-veja-numeros-da-cazetv-na-copa-do-mundo.html
